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	<title>alunos &#8211; Mochinhos da Sabedoria</title>
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	<title>alunos &#8211; Mochinhos da Sabedoria</title>
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	<item>
		<title>A ansiedade durante a infância e adolescência</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/a-ansiedade-durante-a-infancia-e-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2021 10:34:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[As perturbações de internalização como a depressão e ansiedade são cada vez mais comuns, com 4,4% e 3,6% da população mundial a receber diagnósticos nessas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As perturbações de internalização como a depressão e ansiedade são cada vez mais comuns, com 4,4% e 3,6% da população mundial a receber diagnósticos nessas áreas respetivamente. Isso faz da depressão o maior contributo para a deficiênia global, enquanto a ansiedade o sexto (WHO, 2017).</p>
<p>A infânica e adolescência são as fases centrais de risco para o desenvolvimento de sintomas e síndromes de ansiedade que podem variar de sintomas leves e temporários a perturbações de ansiedade (Beesdo et al., 2009). A ansiedade é um dos problemas de saúde mental mais comum, afetando criança e adolescentes (Costello et al., 2005) e pode resultar no funcionamento posterior debilitante se não for tratada (Essau et al., 2014; Woodward e Fergusson, 2001).</p>
<p>Portugal é um dos países da Europa com os índices mais elevados de doença mental (23%), sendo a mais comum a ansiedade (16.5%) (Direcção Geral da Saúde, 2013). A par deste indicador, a investigação aponta para uma correlação significativa entre a ansiedade, em particular a de desempenho, com a insatisfação com a escola, com as reprovações académicas (Janeiro, 2013) e, consequentemente, com os indíces de insucesso escolar.</p>
<p>Durante a infância a ansiedade surge como uma experiência transitória e adaptativa que permite a adaptação a situações novas, inesperadas ou consideradas  perigosas (Rosen &amp; Schulkin, 1998). Tal como mencionado anteriormente, é possível que crianças que tenham experenciado ansiedade na infância, tenham maior probabilidade de desenvolver perturbações depressivas ou outras psicopataologias na vida adulta, capazes de influenciar o desenvolvimento académico, familiar, social e emocional (Gonçalves &amp; Hedt, 2009; Wilson, Pritchard, &amp; Revalee, 2005).</p>
<p>O medo é uma emoção básica que tem uma função adaptativa ao longo do desenvolvimento da espécie humana. Essa função é a de nos proteger de eventuais perigos com respostas do ponto de vista psicológico e biológico, para enfrentar determinadas situações, pessoas ou objetos. É uma resposta natural a um estímulo físico ou imaginado que pode estar a colocar o bem-estar ou a segurança da criança em perigo. Portanto, as emoções possuem mecanismos automáticos de avaliação que permitem ao ser humano monitorizar de forma continuada o contexto à sua volta e detectar quando uma ameaça ao bem-estar ou à sobrevivência pode ocorrer (Ekman, 2003).</p>
<p>Os medos funcionam como tarefas desenvolvimentais, tendo estes como objetivo colocar a criança diante de uma situação específica a ser ultrapassada no sentido de promover a autonomia e desenvolvimento emocional (Baptista, 2000). Sendo assim, é importante que a criança enfrente os seus medos:</p>
<p>Ainda de acordo com os mesmo autor, os medos desenvolvimentais mais comuns dos 2 aos 6 anos, transversais a várias culturas e civilizações são:</p>
<p>&#8211; medo do escuro; animais em geral; de ficar sozinho; de seres imaginários (monstros, fantasmas); pessoas mascaradas (carnaval, pai natal); perda/separação prolongada dos pais; dos “maus”, ladrões.</p>
<p>Os medos desenvolvimentais mais comuns dos 6 anos ao 11 anos são:</p>
<p>&#8211; medo de acontecimentos sobrenaturais; de feridas; do sofrimento físico; da morte; de aspetos escolares.</p>
<p>O pico de incidência ocorre aos 11 anos, decrescendo a partir dessa idade.</p>
<p>O medo pode evoluir para uma situação generalizada, recorrente ou especialmente assustadora, que comprometa o desempenho da criança. Podemos dizer que as crianças com ansiedade possuem preocupações ou medos exagerados com a saúde ou desempenho em testes, agressão física, problemas com os pares, hipersensibilidade aos sinais de perigo, comportamentos de evitamento, entre outros (Layne, Bernart, Victos &amp; Bernstein, 2008; Pina, Silverman, Alfano &amp; Saavedra, 2002; Caíres &amp; Shinohara, 2010). Os sintomas ansiógenos têm consequências negativas para a criança pois, prejudicam a sua autonomia e autoestima, o seu desempenho escolar, as suas interacções sociais, aumentando o isolameto social, que por sua vez aumenta a probabilidade destas crianças serem excluídas. Salientam-se que níveis de ansiedade elevados em testes e outras atividades escolares resultam na diminuição do rendimento académico e até numa recusa em ir à escola (Beidel, Turner &amp; Morris, 1999; Caíres &amp; Shinohara, 2010; Castillo, Recondo, Asbahr &amp; Manfro, 2000; Filho &amp; Silva, 2013; Janeiro, 2013; Vianna, Campos &amp; Landeira-Fernandez, 2009). É importante que a criança aprenda a não se deixar dominar pelos medos, de forma a criar oportunidades para que desenvolva as competências necessárias para enfrentar e dominar as situações temidas. Ekman (2003) menciona que não temos controlo sobre aquilo em que nos tornamos emocionalmente, mas podemos realizar pequenas mudanças na forma como as nossas emoções são activadas e no modo como agimos emocionalmente.</p>
<p>A melhor maneira de os pais ajudarem os filhos a lida eficazmente com o medo é motivá-los a enfrentarem as situações que o desencadeiam. A promoção da autonomia e o ensino da resolução de problemas, que passa pelo confronto com essas situações, são também estratégias importantes para que os medos não assumam dimensões patológicas.</p>
<h1><strong>Referências Bibliográficas</strong></h1>
<p>Baptista, A. (2000). Perturbações do medo e da ansiedade: uma perspetiva evolutiva e desenvolvimental. In Blanes (Eds.). <em>Psicopatolgia do Desenvolvimento. Trajetórias (in)adaptativas ao longo da vida</em>. Coimbra: Quarteto.</p>
<p>Beesdo, K., Knappe, S., Pine, D.S., 2009. Anxiety and Anxiety Disorders in Children and Adolescents: Developmental Issues and Implications for DSM-V. Psychiatr. Clin. North Am. 32, 483–524. <a href="https://doi.org/10.1016/j.psc.2009.06.002" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.1016/j.psc.2009.06.002</a>.</p>
<p>Beidel, D. C., Turner, S. M., &amp; Morris, T. L. (1999). Psychopathology of childhood social phobia. Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, 38, 643-650. <a href="https://doi.org/10.1097/00004583-199906000-00010" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.1097/00004583-199906000-00010</a></p>
<p>Castillo, A., R., G., L., Recondo, R., Asbahr, F., R., &amp; Manfro, G., G. (2000). Transtornos de ansiedade. Revista Brasileira de Psiquiatria. 22(2), 20-23. <a href="https://doi.org/10.1590/S1516-44462000000600006" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.1590/S1516-44462000000600006</a></p>
<p>Costello, E.J., Egger, H., Angold, A., 2005. 10-Year research update review: The epidemiology of child and adolescent psychiatric disorders: I. Methods and public health burden. J. Am. Acad. Child Adolesc. Psychiatry 44, 972–986. <a href="https://doi.org/10.1097/01.chi.0000172552.41596.6f" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.1097/01.chi.0000172552.41596.6f</a>.</p>
<p>Direção Geral de Saúde (2013). <em>Portugal saúde mental em números: Programa nacional para a saúde mental. </em></p>
<p>Ekman, P. (2003). Emotions revealed: Recognizing faces and feelings to improve communication and emotional life. New York: Time Books.</p>
<p>Essau, C.A., Lewinsohn, P.M., Olaya, B., Seeley, J.R., 2014. Anxiety disorders in adolescents and psychosocial outcomes at age 30. J. Affect. Disord. 163, 125–132. <a href="https://doi.org/10.1016/j.jad.2013.12.033" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.1016/j.jad.2013.12.033</a>.</p>
<p>Filho, O., C., S., &amp; Silva, M., P. (2013). <em>Transtornos de ansiedade em adoelscentes: Considerações para a pediatria e hebiatria</em>. Revista Adolescência e Saúde. 3(10), 31-41.</p>
<p>Gonçalves, D., H., &amp; Heldt, E. (2009). Transtorno da ansiedade na infância como preditor de psicopatologia em adultos. Revista Gaúcha de Enfermagem, 30(3), 533-541. <a href="https://www.researchgate.net/publication/266218803" target="_blank" rel="noopener">https://www.researchgate.net/publication/266218803</a></p>
<p>Janeiro, A. C. (2013). <em>Ansiedade aos exames/avaliações. Estudando e caracterizando este fenómeno no Ensino Básico e Secundário</em>. Tese mestrado em Psicologia da Educação, especialidade em contextos educativos. Universidade dos Açores.</p>
<p>Layne, A. E.; Bernart, D. H.; Victor, A. M. &amp; Bernstein, G. A. (2008). Generalized anxiety disorder in a nonclinical sample of children: Symptom presentation and predictors of impairment. Journal of Anxiety Disorders, 23(2), 283-289. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.janxdis.2008.08.003" target="_blank" rel="noopener">http://dx.doi.org/10.1016/j.janxdis.2008.08.003</a></p>
<p>Pina, A. A.; Silverman, W. K.; Alfano, C. A. &amp; Saavedra, L. M. (2002). Diagnostic efficiency of symptoms in the diagnosis of DSM-IV: generalized anxiety disorder in youth. Journal of Child Psychology and Psychiatry, 43 (7), 959-967. Caíres &amp; Shinohara, 2010). <a href="https://doi.org/10.1111/1469-7610.00100" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.1111/1469-7610.00100</a></p>
<p>Rosen, J. B., &amp; Schulkin, J. (1998). From normal fear to pathologiacl anxiety. Psychological Review, 105, 325-350. <a href="https://psycnet.apa.org/doi/10.1037/0033-295X.105.2.325" target="_blank" rel="noopener">https://psycnet.apa.org/doi/10.1037/0033-295X.105.2.325</a></p>
<p>Vianna, R., R., A., B., Campos, A., A., &amp; Landeira-Fernandez, J. (2009). Transtorno de ansiedade na infância e adolescência: Uma revisão. Revista Brasileira de Terapias Cognitivas,1(5), 46-61. <a href="https://doi.org/10.5935/1808-5687.20090005" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.5935/1808-5687.20090005</a></p>
<p>Wilson, G. S., Pritchard, M. E., &amp; Revalee, B. (2005). Individual differences in adolescent health symptoms: The effect of gender and coping. Journal of Adolescence, 28, 369-379. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.adolescence.2004.08.004" target="_blank" rel="noopener">http://dx.doi.org/10.1016/j.adolescence.2004.08.004</a></p>
<p>Woodward, L.J., Fergusson, D.M., 2001. Life course outcomes of young people with anxiety disorders in adolescence. J. Am. Acad. Child Adolesc. Psychiatry 40, 1086–1093. <a href="https://doi.org/10.1097/00004583-200109000-00018" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.1097/00004583-200109000-00018</a>.</p>
<p>World Health Organisation (2017). <em>Depression and other common mental disorders: global health estimates</em>.</p>
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		<item>
		<title>A aprendizagem socioemocional (ASE) no regresso às aulas 2021/2022</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/a-aprendizagem-socioemocional-ase-no-regresso-as-aulas-2021-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2021 14:44:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem socioemocional]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Promoção das competências socioemocionais em Portugal Em Portugal, a primeira referência à educação socioemocional publicada a nível internacional remonta a 2011, pela investigadora Luísa Faria....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><strong>Promoção das competências socioemocionais em Portugal</strong></h1>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body" style="text-align: left;"><span class="JsGRdQ">Em Portugal, a primeira referência à educação socioemocional publicada a nível internacional remonta a 2011, pela investigadora Luísa Faria. A autora fez referência às alterações sociais e políticas evidenciadas ao longo das últimas décadas, que possibilitaram a inclusão da educação pessoal e social em disciplinas curriculares (Raimundo, 2012).</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body" style="text-align: left;"><span class="JsGRdQ">Ao nível dos programas de promoção da Aprendizagem Socioemocional (ASE) ainda há um caminho longo a percorrer para a sua institucionalização nas escolas (Costa &amp; Faria, 2013). No entanto, responsáveis políticos têm demonstrado um interesse crescente por esta questão. Em 2016, a Direção-Geral de Educação (DGS) publicou um guia para a promoção de competências sociais e emocionais nas escolas, com o objetivo de ser um recurso pedagógico, para facilitar a implementação de projetos de promoção da saúde mental em estabelecimentos escolares, baseando-se em programas de promoção da ASE (de Carvalho et al., 2017).</span></p>
<h1 class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><strong>Aposta do Ministério da Educação &#8211; Programa Nacional de Promoção de Promoção do Sucesso Escolar </strong></h1>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="JsGRdQ">Em 2017, a DGS editou um documento com o objetivo de descrever as 10 competências-chave que os alunos devem ter no final da escolaridade obrigatória, das quais se detacam: relacionamento interpessoal, desenvolvimento pessoal e autonomia (Martins et al., 2017). Mais recentemente, a Direção-Geral da Educação (2020) tem procurado contribuir para a promoção da saúde mental através do Programa Nacional do Promoção do Sucesso Escolar. Para o ano letivo 2020/21 apresentou um edital de abertura de candidaturas à conceção de Planos de Desenvolvimento Pessoal, Social e Comunitário, no âmbito da promoção do sucesso e inclusão educativos a todas as Escolas do Continente. Destaca-se que das 668 candidaturas, “as competências pessoais e socioemocionais” foram a aposta, em termos de ação estratégica, mais escolhida nas escolas da região da área metropolitana de Lisboa, Algarve e Alentejo. Destacam-se também as candidaturas no âmbito da “meditação escolar e gestão de conflitos nas escolas” da região do Norte e do Centro. Verifica-se que 35% dos técnicos contratados no âmbito destes projetos são psicólogos, especialistas “em intervenções socioeducativas para promover o bem-estar social dos alunos e suas família, bem como intervir sobre os constragimentos que dificultam as aprendizagens, no sentido de os alunos melhorarem tanto a assiduidade quanto o envolvimento pessoal [&#8230;]” (PNPSE, 2020).</span></p>
<h1><strong>Importância da aprendizagem socioemocional em alunos do ensino obrigatório</strong></h1>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="JsGRdQ">As competências sociais detêm um papel importante no desenvolvimento humano, pois estão relacionadas com a forma <strong>como o sujeito se posiciona em relação aos outros e ao mundo, influenciando a esfera pessoal, académica, profissional e social</strong>. Por sua vez, a competência emocional desempenha um papel essencial no desenvolvimento da competência social (Zsolnai, 2015).</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="JsGRdQ">O termo Social and Emotional Learning (SEL), isto é Aprendizagem socioemocional (ASE), define as ASE como “processos através dos quais as crianças e os adultos adquirem e aplicam eficazmente o conhecimento, as atitudes e as competências necessárias para compreender e gerir emoções, para fixar e alcançar objetivos positivos, sentir e mostrar empatia em relação aos outros, estabelecer e manter relacionamentos positivos e tomar decisões responsáveis” (CASEL, 2012, p.4). <strong>A ASE tem como objetivo o desenvolvimento da autoconsciência, do autocontrolo, da consciência social, dos relacionamentos interpessoais e da tomada de decisão responsável nas crianças e jovens, assim como uma melhoria das atitudes e crenças em relação a si próprio e aos outros</strong>.</span></p>
<h1><strong>Referências Bibliográficas</strong></h1>
<p><span class="JsGRdQ">Collaborative for Academic, Social, and Emotional Learning (2012). Effective social and emotional learning programs: Preschool and elementary school edition. </span><a class="JsGRdQ" draggable="false" href="http://casel.org/guide/download-the-2013-guide/" target="_blank" rel="noopener">http://casel.org/guide/download-the-2013-guide/</a></p>
<p><span class="JsGRdQ">Costa, A., &amp; Faria, L. (2013). Aprendizagem social e emocional: reflexões sobre a teoria e a prática na escola portuguesa. Anál. Psicol. 31, 407–424. <a class="JsGRdQ" draggable="false" href="https://doi.org/10.14417/ap.701" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.14417/ap.701</a></span></p>
<p><span class="JsGRdQ">de Carvalho, J. S., Pinto, A. M., &amp; Marôco, J. (2017). Results of a mindfulnessbased social-emotional learning program on portuguese elementary students and teachers: a quasi-experimental study. Mindfulness. 8, 337–350. <a class="JsGRdQ" draggable="false" href="https://doi.org/10.1007/s12671-016-0603-z" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.1007/s12671-016-0603-z</a></span></p>
<p><span class="JsGRdQ">Direção-Geral de Saúde (2016). Manual para a Promoção de Competências Socioemocionais em meio escolar. Lisboa: Direção-Geral da Saúde.</span></p>
<p><span class="JsGRdQ">Direção-Geral de Educação (2020). Edital Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar. <a class="JsGRdQ" draggable="false" href="https://pnpse.min-educ.pt/pdpsc" target="_blank" rel="noopener">https://pnpse.min-educ.pt/pdpsc</a></span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="JsGRdQ">Martins, G., Gomes, C., Brocardo, J., Pedroso, J., Carrilho, J., Ucha, L., et al. (2017). Profile of Students at the End of Compulsory Schooling. </span><a class="JsGRdQ" draggable="false" href="http://dge.mec.pt/sites/default/files/Noticias_Imagens/perfil_do_aluno.pdf" target="_blank" rel="noopener">http://dge.mec.pt/sites/default/files/Noticias_Imagens/perfil_do_aluno.pdf</a></p>
<p><span class="JsGRdQ">Raimundo, R. (2012). &#8220;Devagar se vai ao longe&#8221;: avaliação da eficácia e da qualidade da implementação de um programa de promoção de competências sócioemocionais em crianças [Tese de Doutoramento, Universidade de Lisboa]. Repositório Institucional da Universidade de Lisboa. </span><a class="JsGRdQ" draggable="false" href="https://repositorio.ul.pt/handle/10451/8001" target="_blank" rel="noopener">https://repositorio.ul.pt/handle/10451/8001</a></p>
<p><span class="JsGRdQ">Zsolnai, A. (2015). Social and emotional competence. Hungarian Educational Research Journal, 5(1), 1-10 <a class="JsGRdQ" draggable="false" href="https://doi.org/10.14413/herj.2015.01.01" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.14413/herj.2015.01.01</a>.</span></p>
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