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	<title>Efeitos de uma pandemia moderna &#8211; Mochinhos da Sabedoria</title>
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	<title>Efeitos de uma pandemia moderna &#8211; Mochinhos da Sabedoria</title>
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	<item>
		<title>Os tempos de crise como o de uma Pandemia sugerem novas práticas de promoção da saúde mental: iniciação à meditação</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/tempos-crise-pandemia-praticas-meditacao-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 13:48:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas e Conselhos]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos de uma pandemia moderna]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é a Meditação? meditação  é uma técnica ancestral de autoconhecimento que permite o treino da atenção plena para levar o momento presente à...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">O que é a Meditação?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;"> meditação  é uma técnica ancestral de autoconhecimento que permite o treino da atenção plena para levar o momento presente à consciência. Tem sido associado a um maior bem-estar físico, mental e emocional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com esta prática desenvolvemos competências emocionais e sociais (Aprendizagem socioemocional): uma maior consciência do eu (autoconsciência e autogestão), dos outros (gestão dos relacionamentos) e do mundo (consciência social e tomada de decisão responsável em situações sociais).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Perceber as nossas emoções</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A atenção e a perceção das nossas emoções é uma habilidade emocional que nos habilita para </span><b>análise do nosso mundo afetivo</b><span style="font-weight: 400;">, isto é, para identificar as nossas emoções com precisão para, posteriormente, sermos capazes de lhes atribuir um nome e de encontrar uma forma adequada de as exprimir. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As pessoas apresentam </span><b>diferentes níveis de consciência </b><span style="font-weight: 400;">acerca das emoções e, por vezes, sentem alguma dificuldade em identificá-las, assim como em perceber a intensidade dos seus sentimentos e em distinguir claramente sensações de emoções. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para uma boa regulação da vida afetiva é importante perceber o que estamos a sentir a cada momento:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O que são sensações?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Como definir a emoção?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sentimentos são diferentes de emoções?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">E o estado de humor?</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A Meditação ao longo do tempo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Tal como já foi referido, a meditação teve origem em filosofias espirituais do oriente, mas especialmente a partir da décade de 60 começaram a ser trazidas para o ocidente. Para além de um maior número de praticantes, o interesse científico também cresceu. Desde então, uma das áreas de maior interface com a meditação é a psicologia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais recentemente a meditação tem sido bastante pesquisada e empregada na linha da </span><b>psicologia cognitivo-comportamental </b><span style="font-weight: 400;">(</span><b>terceira geração </b><span style="font-weight: 400;">que combinam técnicas cognitiva comportamentais com o </span><i><span style="font-weight: 400;">mindfulness</span></i><span style="font-weight: 400;"> e a aceitação), como a redução de </span><i><span style="font-weight: 400;">stress</span></i><span style="font-weight: 400;"> e ansiedade. A meditação, assim como a psicologia cognitiva caracteriza-se pelo facto de que </span><b>a interpretação das situações é mais importante do que os factos em si</b><span style="font-weight: 400;">. Por esta forma, a meditação e a prática meditativa tem sido descrita como </span><b>um treino da mente</b><span style="font-weight: 400;">.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a literatura científica, a prática meditativa tipo “concentração” permite treinar a atenção sobre um único foco, como o da respiração, a contagem sincronizada à respiração, um mantra ou algum som, entre outros. Sempre que tiver uma distração, o praticante deve simplemente retornar a atenção ao foco. Quer experimentar uma meditação guiada do tipo concentração? <strong>Clique no Play</strong> para ouvir a Meditação que temos para si. Aproveite!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Meditação 1 introdução &#8211; dissolver tensões</strong></h3>
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<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-19748-1" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2021/04/meditacao-1-introducao-dissolver-tensoes.mp3?_=1" /><a href="https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2021/04/meditacao-1-introducao-dissolver-tensoes.mp3">https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2021/04/meditacao-1-introducao-dissolver-tensoes.mp3</a></audio>
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			</item>
		<item>
		<title>Impacto do surto pandémico de COVID-19 na saúde mental das crianças e jovens em Portugal</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/impacto-covid-19-criancas-jovens-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 16:04:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos de uma pandemia moderna]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[O impacto do surto da doença do coronavirus (COVID-19) na saúde mental das pessoas, tem sido alvo de preocupação das organizações mundiais de saúde. A...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O impacto do surto da doença do coronavirus (COVID-19) na saúde mental das pessoas, tem sido alvo de preocupação das organizações mundiais de saúde. A maioria dos estudos têm se focado na população adulta, pelo que os impactos psicológicos da quarentena nas crianças e jovens continuam pouco claros (Francisco et al., 2020). Contudo, os mais novos não são indiferentes ao impacto da epidemia do COVID-19, experimentam medos, incertezas, isolamento físico e social e podem ter de faltar à escola por um período de tempo prolongado (Jiao et al., 2020). O medo de contrair a infeção, a falta de contactos com o grupo de pares e outros significativos podem ter efeitos sobre os mais jovens (Francisco et al., 2020).</p>
<p><span id="more-19724"></span><br />
No sentido de identificar o impacto ao nível dos efeitos psicológicos e comportamentais da quarentena em crianças e adolescentes, Francisco e colaboradores (2020) levaram a cabo um estudo com uma amostra dos 3 e os 18 anos de idade, para depois comparar esses efeitos com amostras de Itália e Espanha. O estudo foi realizado no primeiro estado de emergência no período de 19 de Março a 2 de Maio de 2020.</p>
<p>Os indicadores considerados em termos psicológicos e comportamentais foram: a ansiedade, o comportamento, o estado de humor, a duração do sono, a alimentação e as alterações comportamentais. Os resultados reportados pelos pais, em comparação com o período anterior à quarentena, remetem para crianças e adolescentes mais preocupados (44.8%), agitados (35.6%), entediados (52.2%), frustrados (34.1%), tristes (25.2%) e a sentirem-se mais sozinhos (39.9%).</p>
<p>Estes sintomas foram agrupados pelas seguintes idades: pré-escolar, em que as crianças evidenciaram maior instabilidade emocional e problemas de comportamento; escolar, onde houve mais alterações cognitivas (e.g. dificuldades de concentração) bem como, maior ansiedade e discussão com a família e, por fim, os adolescentes: que se mostraram mais preocupados e zangados com a infeção do COVID-19, embora conseguissem ver mais facilmente o lado positivo de estar em casa em comparação com os mais novos.</p>
<p>As preocupações nesta faixa etária estão, de acordo com os autores, relacionadas com o futuro, nomeadamente em termos académicos (transição do ensino secundário para o ensino superior), ou seja, com a projeção de um projeto de vida que pode ser, de certa forma, dificultado (Child, 2020). Estas respostas são expectáveis num contexto de pandemia, em que estar em quarentena tem um efeito stressante também nos mais jovens (Francisco et al., 2020; Brooks et al., 2020).</p>
<p>É importante ter em conta estratégias de coping (Branquinho e colaboradores, 2020) para melhor ultrapassar um período de quarentena:</p>
<h4>&#8211; Importância de manter a comunicação com os amigos e familiares por videochamada;<br />
&#8211; Realizar atividades prazerosas que sejam do agrado das crianças ou jovens;<br />
&#8211; Enfrentar o período de forma tranquila e positiva e;<br />
&#8211; Ter uma rotina e horários definidos.</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com a literatura analisada, é necessário criar intervenções para ir ao encontro das necessidades das crianças e jovens (Jiao et al., 2020) no sentido de favorecer a sua resiliência e atributos pessoais que os ajudem a fazer a gestão dos efeitos da pandemia e a preservar a saúde mental. É importante que os pais estejam atentos aos sinais que podem evidenciar a necessidade de uma avaliação por um técnico especializado da área da saúde mental infantil, como por exemplo: mais dificuldades de concentração e de aprendizagem, ameaçar outras crianças (cyberbullying), magoar-se, evitar falar com amigos (por videochamada, SMS, entre outros) e familiares, ter emoções intensas (e.g. explosões de raiva), estar sem energia ou motivação, dificuldades em dormir ou ter pesadelos, dores físicas ou desconfortos físicos, alterações de apetite.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p>
<p>Branquinho, C., Kelly, C., Arevelo, L.C., Santos, A., &amp; Gaspar de Matos, M. (2020). &#8220;Hey, we also have something to say&#8221;: A qualitative study os Portuguese adolescents´s and young people´s experiences under COVID-19. J Community Psychol 48, 2740-2752. https://doi.org/10.1002/jcop.22453<br />
Brooks, S.K., Webster, R.K., Smith, L.E., Woodland, L., Wessely, S., Greenberg, N., &amp; Rubin, G.J. (2020). The psychological impact of quarantine and how to reduce it: rapid review of the evidence. Lancet. 395, 912–920. https://doi.org/10.1016/S0140-6736(20)30460-8</p>
<p>Child, T. (2020). Pandemic school closures: Risks and opportunities. The Lancet. Child &amp; Adolescent Health, 4, 341. https://doi.org/10.1016/S2352-4642(20)30105-X</p>
<p>Fransico, R., Pedro, M., Delvecchio, E., Espada, J.P., Morales, A., Mazzaschi, C., &amp; Orgilés M (2020). Psychological Symptoms and Behavioral Changes in Children and Adolescents During the Early Phase of COVID-19 Quarantine in the trhee European Countries. Frontiers in Psychiatry 11, 1-14 . https://doi.org/10.3389/fpsyt.2020.570164<br />
Jiao, W.Y., Wang, L.N., Liu, J., Feng Feng S., Jiao, F.Y., Pettoello-Mantovani, M., &amp; Somekh, E. (2020). Behavioral and Emotional Disordes in Children during the COVID-19 Epidemic. European Paediatric Ass. 221, 264-267. https://doi.org/10.15690/pf.v17i3.2127</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como a pandemia está a afetar a nossa saúde mental</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/pandemia-afeta-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 16:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos de uma pandemia moderna]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[O ano de 2020 ficará para a história como um dos mais devastadores da história. Centenas de milhares morreram e milhões foram hospitalizados devido à...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O ano de 2020 ficará para a história como um dos mais devastadores da história. Centenas de milhares morreram e milhões foram hospitalizados devido à nova pandemia de coronavírus. O </span><span style="font-weight: 400;">COVID- </span><span style="font-weight: 400;">19 mudou a vida de muitas pessoas. Não importa onde mora, lidar com os efeitos dos bloqueios  </span><span style="font-weight: 400;">económicos </span><span style="font-weight: 400;">e físicos </span><span style="font-weight: 400;">numa</span><span style="font-weight: 400;"> comunidade leva a vários desafios de saúde mental. Depois de meses a conviver com o coronavírus, muitas pessoas estão a ficar </span><b>cansadas, esgotadas e cada vez mais frustradas.</b></p>
<p><span id="more-19657"></span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Vamos aprofundar alguns dados para percebermos os efeitos da pandemia em 2020 na nossa saúde mental:</span></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Numa</span><span style="font-weight: 400;"> nova pesquisa publicada na revista </span><i><span style="font-weight: 400;">Pediatrics</span></i> <span style="font-weight: 400;">(Patrick et al., 2020), aprendemos com um estudo de </span><span style="font-weight: 400;">1.011</span> <span style="font-weight: 400;">pais o impacto da pandemia na saúde mental das famílias. Mais de um quarto das pessoas concordaram  </span><span style="font-weight: 400;">que a sua </span><span style="font-weight: 400;">saúde mental piorou. E não é de admirar </span><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><span style="font-weight: 400;">quase metade das pessoas disse que perdeu o acesso a creches, uma pedra angular da estabilidade de muitas famílias.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Em maio, a organização sem fins lucrativos <i>Well</i> <i>Being</i> <i>Trust</i>, em conjunto com o <i>Robert </i><i>Graham</i> <i>Center</i> <i>for </i><i>Policy</i> <i>Studies</i> in  <i>Family</i> <i>Medicine </i><i>and</i> <i>Primary</i> <i>Care</i>, publicou uma pesquisa que sugere condições decorrentes diretamente da Covid- 19, incluindo desemprego generalizado, isolamento social, medo num futuro turvo, pode levar a um número estimado de 75.000 mortes além das causadas por doenças físicas. Fatalidades por <b>overdose de drogas, abuso de álcool e suicídio </b>(também conhecido como “mortes por desespero”) é o que aqueles na linha de frente da saúde mental estão a combater.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Pesquisas adicionais publicadas recentemente sugerem que  COVID- 19 pode vir com consequências de saúde mental de longo prazo. Mazza et al. (2020) analisou a saúde psiquiátrica de 402 adultos que sobreviveram a uma infecção COVID- 19 um mês depois de receberem alta do hospital. Os resultados não foram animadores. A partir de uma entrevista clínica e de uma série de medidas de autorrelato, os pesquisadores descobriram que muitos dos pacientes recuperados sofriam de sintomas psiquiátricos significativos: <b>28% para </b><b>PTSD</b> <b>, 31% para depressão, 42% para ansiedade, 20% para sintomas [obsessivo-compulsivos] e 40% para insónia. No geral, 56% pontuaram na faixa patológica em pelo menos uma dimensão clínica.</b></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em suma, parece a partir desta pesquisa inicial que se ficar gravemente doente com </span><span style="font-weight: 400;">COVID- </span><span style="font-weight: 400;">19 e precisar de hospitalização, </span><b>estará em minoria se sair da hospitalização sem ter sintomas psiquiátricos </b><b>significativos um</b> <b>mês depois</b><span style="font-weight: 400;">. Para ser justo, alguns questionaram as conclusões do estudo. Estamos a começar de entender quais são as ramificações de longo prazo de uma infeção por </span><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">COVID-</span> <span style="font-weight: 400;">19. E embora muitos estejam focados em potenciais problemas crónicos de saúde associados à doença, este é um dos primeiros estudos a examinar os possíveis problemas de saúde mental de longo prazo. Conforme citado no artigo acima, o Dr. </span><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">Dara</span> <span style="font-weight: 400;">Kass</span> <span style="font-weight: 400;">do </span><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">Columbia</span> <span style="font-weight: 400;">University</span> <span style="font-weight: 400;">Medical </span><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">Center</span> <span style="font-weight: 400;">observa:</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">“Só porque não morre, não significa </span><span style="font-weight: 400;">que a sua</span> <span style="font-weight: 400;">vida não foi completamente afetada e / ou não tem uma nova doença crónica. Estamos a examinar agora as doenças pulmonares e cardíacas e também precisamos olhar as doenças cerebrais e lembrar que essas são novas doenças crónicas que estão se a acumular como resultado da disseminação do vírus implacável que </span><b>afeta pessoas que são jovens e têm uma vida pela frente. ”</b></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Conclusão</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante que reconheçamos o preço que a pandemia está a cobrar da</span> <span style="font-weight: 400;">nossa</span> <span style="font-weight: 400;">saúde mental, independentemente de ficarmos infetados ou não com o </span><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">COVID-</span> <span style="font-weight: 400;">19. Lidar com o constante desconhecido do que o amanhã pode trazer, reabertura de escolas, insegurança económica e não se envolver em atividades sociais diárias tem um impacto negativo contínuo na vida da maioria das pessoas. Passamos de uma reação imediata à pandemia (e.g. compra compulsiva de papela higiénico) para uma fase mais crónica, onde o novo normal é acostumar-se a não saber bem o que o amanhã trará.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><b>Bibliografia: </b><span style="font-weight: 400;">Grohol, J.M. How the Pandemic is Taking it´s toll on our Mental Health </span><b>. </b><span style="font-weight: 400;">PshyCentral,</span><b> </b><span style="font-weight: 400;">2020. Disponível em </span><a href="https://psychcentral.com/news" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">https://psychcentral.com/news</span></a><span style="font-weight: 400;"> Acesso em 30/12/2020.</span></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Estilo parental e pandemia –  13 dicas para lidar com os filhos entre os 5 e os 10 anos de idade em isolamento profilático”</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/estilo-parental-pandemia-13-dicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 16:47:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas e Conselhos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos de uma pandemia moderna]]></category>
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					<description><![CDATA[A pandemia levou os pais a uma ligação mais intensiva com os filhos. Se está em teletrabalho, foi levado a ser uma combinação de pai...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A pandemia levou os pais a uma ligação mais intensiva com os filhos. Se está em teletrabalho, foi levado a ser uma combinação de pai / mãe, professor o e diretor de atividades, com pouco tempo para pensar a respeito, muito menos planear.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada idade e estádios têm os seus desafios. Vamos analisar os 5 aos 10 anos de idade. As necessidades dos bebés são básicas. Os adolescentes geralmente têm as suas próprias ideias sobre como se manter ocupados. É durante os anos elementares que as crianças são mais dependentes dos pais, tanto para acalmar os seus medos quanto para oferecer uma variedade de atividades para passar o dia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se é um pai / mãe em casa, provavelmente já faz muitas dessas sugestões há anos. Se acabou de se associar ao “clube em casa”, estes lembretes são oferecidos como uma forma de ajudá-lo a planear os dias que virão:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><b>Ajude as crianças a expressarem os seus sentimentos</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">As crianças já estão ansiosas. Está no ar devido a muitas mudanças que já aconteceram. Eles não são muito jovens para ouvir uma explicação apropriada para a idade sobre porque as coisas mudaram.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><b>Valide as suas preocupações. </b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Abra espaço para a deceção, a raiva e o tédio, mas não deixe isso durar muito. Demonstrar que expressar muita raiva só deixa as pessoas mais furiosas. Tranquilize as crianças da melhor maneira possível.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><b>Monitorize a sua própria ansiedade. </b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">As crianças também podem saber que está chateado contudo, limite o quanto mostra as suas preocupações às crianças. Nada deixa os filhos mais ansiosos do que pais ansiosos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><b>Encontre maneiras de se acalmar e enfrentar.</b><span style="font-weight: 400;"> </span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Meditar. Fazer yoga. Orar. Escutar musica. Faça o que for melhor para si, para que possa dar o melhor de si com as crianças.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><b>Obtenha boas informações. </b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Tranquilize-se enquanto está a acalmar as crianças. Leia e ouça especialistas confiáveis. Saber o que está acontecendo e o que pode fazer para maximizar a segurança dará-lhe uma sensação de controlo. Para a sua paz de espírito, limite-se a verificar as notícias algumas vezes por dia. Expor-se constantemente a quem disse o quê sobre o vírus pode aumentar a sua ansiedade, não acalmá-la.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><b>Crie uma estrutura.</b><span style="font-weight: 400;"> </span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira semana ou mais de distanciamento social pode ter parecido com sábados perpétuos; dias em que as crianças podiam ficar de pijama, comer quando tinham fome e, geralmente, brincar. Mas agora estamos nisso por um longo tempo. Isso significa uma mudança na forma como gerimos os nossos dias.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">As crianças pequenas prosperam em estrutura e previsibilidade. Na falta de estrutura interna, precisam de nós para fornecer regras e rotinas externas para que se sintam seguros e protegidos. Fazer uma programação diária que seja um tanto previsível também evita que precise fazer isso todos os dias. Cada família apresentará a sua programação exclusiva, dependendo de quantos adultos estão disponíveis para ajudar e com o que estão fazendo malabarismos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><b>Crie rotinas</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">No mínimo, estabeleça uma rotina de acordar pela manhã e uma rotina de ir para a cama &#8211; exatamente como faz durante o período de aulas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pode ser muito básico. As rotinas matinais geralmente incluem uma lista mais ou menos assim:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Levante-se (num horário definido)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lavar</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escovar os dentes</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vestir-se</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fazer a cama</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Café da manhã</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Rotinas noturnas após o jantar geralmente incluem:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Arrumar os brinquedos</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um banho </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escovar os dentes</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Arrume as roupas para a manhã</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hora da história.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns pais fazem um gráfico de estrelas para a “Lista da manhã” e “Lista da noite”. Outros pedem às crianças que façam um poster que podem verificar para ter certeza de que fizeram a lista. Se as rotinas são novas para a sua família, há um bónus em iniciá-las agora. Você está estabelecendo um senso de ordem e rotinas de autocuidado que serão úteis para os seus filhos pelo resto da vida.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><b>Escola em casa de forma sensata</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Relaxe, não precisa repetir um dia letivo de 6 ou mais horas por dia. As crianças precisam de menos horas de instrução, quando recebem atenção individual focada. Uma regra prática é uma hora de ensino para cada nível de ensino. (1 hora para alunos do primeiro ciclo; 2 para alunos do segundo ciclo; etc.) O sistema escolar local provavelmente está fazendo o possível para fornecer materiais e orientação.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Definir um horário em que a escola esteja aberta todos os dias ajudará os seus filhos a reter o que aprenderam neste ano e dará-lh uma mensagem clara de que acha que a educação é importante. Não transforme o trabalho escolar numa tarefa árdua. Crie um momento em que reforce a alegria de ser curioso e aprender.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><b>Recreio! </b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">As crianças precisam de atividade física por pelo menos uma ou duas horas por dia. Se não tem um quintal, supervisione uma caminhada ou corrida em áreas que acha que são seguras. S estiver em uma área que foi duramente atingida pelo vírus, mantenha as crianças dentro, mas certifique-se de mantê-las ativas. Coloque música. Faça uma rotina de exercícios juntos ou crie uma pista de obstáculos. Organize uma luta de almofadas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Permitir o jogo livre ativo também. A brincadeira imaginativa ativa apoia o desenvolvimento emocional e cognitivo da criança.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Faça os fins de semana serem de fim de semana: os fins de semana são uma época para relaxar as regras dentro do razoável &#8211; assim como em épocas mais normais. Planeie uma atividade familiar como um piquenique no chão da sala; uma festa de vestir; um projeto de culinária &#8211; qualquer coisa em que possa pensar que diferencie os dias de fim de semana dos dias de semana.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><b>Limite o tempo atrás dos ecrãs</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">É sedutor. TV, computadores e telefones podem manter as crianças quietas e entretidas por horas. É importante considerar os benefícios e custos de longo prazo. Canais informativos na televisão (como os canais de história e descoberta), bem como pesquisas no computador podem enriquecer a aprendizagem, é verdade. Mas o tempo de tela ilimitado mantém as crianças passivas, limita a sua imaginação e põe em risco a sua saúde.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">A American Academy of Pediatrics</span></i><span style="font-weight: 400;"> recomenda limitar o uso da tela a uma hora por dia de “programas de alta qualidade” para crianças de 2 a 5 anos de idade. Para crianças a partir de 6 anos, recomendam que os pais estabeleçam “limites consistentes” no tempo de tela e nos tipos de media que os seus filhos podem acessar. É sensato, em termos de saúde, seguir as diretrizes da AAP. Por fim, descobrirá o que funciona melhor para a sua família.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><b>Deixe as crianças ficarem entediadas</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembre-se de que é normal as crianças ficarem entediadas de vez em quando. O tédio não é o sinal para deixá-los assistir TV ou que precisa inventar mais uma hora divertida. O tédio costuma ser o motivo da criatividade. Dê-lhes algumas idéias e deixe-os assim. Expresse a sua fé na capacidade deles de inventar algo interessante para fazer.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><b>Mantenha o contacto</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O distanciamento social e o auto-isolamento podem afetar qualquer pessoa. Faça videochamadas para parentes e amigos. Ajude as crianças a fazerem o mesmo. Pessoas, não importa a idade, precisam de pessoas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><b>Ser pai nunca é fácil</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Em tempos como estes, é especialmente difícil. Criar pequenos seres humanos decentes, inteligentes e educados é uma grande responsabilidade &#8211; ainda mais agora pela falta de ajuda de apoio que normalmente recebemos de professores, creches, outros profissionais, amigos e familiares. O nosso grande desafio é resistir à tentação de fazer o que é conveniente e manter o foco em como criar bem os nossos filhos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Bibliografia:</b> <span style="font-weight: 400;">Hartwell-Walker, Ed. D. Parenting Pandemic Style</span><b>. </b><span style="font-weight: 400;">PshyCentral,</span> <span style="font-weight: 400;">2020. Disponível em </span><a href="https://psychcentral.com/news" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">https://psychcentral.com/news</span></a><span style="font-weight: 400;"> Acesso em 27/11/2020.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo evidencia que a faixa etária mais vulnerável está a lidar bem com a pandemia COVID-19</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/estudo-evidencia-que-a-faixa-etaria-mais-vulneravel-esta-a-lidar-bem-com-a-pandemia-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 15:42:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas e Conselhos]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos de uma pandemia moderna]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo estudo realizado com idosos que moram em Los Angeles, Nova York, Pittsburgh ou St. Louis conclui que a perturbação depressiva major nos pacientes...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Um novo estudo realizado com idosos que moram em Los Angeles, Nova York, Pittsburgh ou St. Louis conclui que a perturbação depressiva major nos pacientes já diagnosticados, não está a piorar com a pandemia. Investigadores de cinco instituições, incluindo a Universidade da Califórnia em Los Angeles, participaram do estudo. Descobriram que os adultos mais velhos, que já estavam a participar em estudos em sobre depressão, também exibiam resiliência ao </span><i><span style="font-weight: 400;">stress</span></i><span style="font-weight: 400;"> do distanciamento físico e do isolamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">As descobertas aparecem na revista, </span><i><span style="font-weight: 400;">The American Journal of Geriatric Psychiatry</span></i><span style="font-weight: 400;">: “Pensamos que eles seriam mais vulneráveis ​​ao stress do COVID porque são, a população mais vulnerável”, disse Helen Lavretsky, M.D., professora residente em psiquiatria e ciências biocomportamentais da UCLA. Curiosamente, idosos com depressão parecem ter melhor resiliência do que muitos outros porque aprenderam a conviver com a perturbação. </span><span style="font-weight: 400;">Lavretsky acrescenta: “o que aprendemos é que adultos mais velhos com depressão podem ser resilientes. Disseram-nos que lidar com a depressão crónica ensinou-os a ser resilientes”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o estudo, os pesquisadores realizaram entrevistas com os participantes, todos com mais de 60 anos, com idade média de 69 anos, durante os primeiros dois meses da pandemia. Usando duas avaliações de triagem de depressão e ansiedade, PHQ-9 e PROMIS, os pesquisadores não encontraram mudanças nos resultados de depressão, ansiedade ou suicídio dos participantes antes e durante a pandemia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Conclusões:</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com base nas conclusões, os autores do estudo escreveram que políticas e intervenções para fornecer acesso a serviços médicos e oportunidades de interação social são necessárias para ajudar os idosos a manter a saúde mental e a qualidade de vida enquanto a pandemia continua.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os investigadores explicam que muitos participantes relataram que a sua qualidade de vida é mais baixa e que temem que a sua saúde mental seja prejudicada com o contínuo distanciamento físico. Acrescentam que mais pesquisas são necessárias para determinar o impacto da pandemia ao longo do tempo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acrescentaram que as descobertas oferecem lições para outras pessoas enquanto resistem à pandemia. “Essas pessoas mais velhas que vivem com depressão e estão sob </span><i><span style="font-weight: 400;">stress </span></i><span style="font-weight: 400;">há mais tempo do que muitos de nós. Poderíamos aproveitar a sua resiliência e aprender com ela”. O estudo identificou diversas estratégias de autocuidado utilizadas pelos participantes, que incluíam manter horários regulares; distração de emoções negativas com hobbies, tarefas domésticas, trabalho ou exercício; e usar a atenção plena para se concentrar nas necessidades imediatas, sem pensar além do presente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os autores enfatizaram ainda que o acesso a cuidados de saúde mental e grupos de apoio, bem como a interação social (tecnologia virtual pode ajudar) continua são necessários para ajudar os adultos mais velhos a enfrentar a pandemia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Bibliografia:</b> <span style="font-weight: 400;">Nauert, R. Many Seniors with Depression Faring well During  Pandemic</span><b>. </b><span style="font-weight: 400;">PshyCentral,</span> <span style="font-weight: 400;">2020. Disponível em </span><a href="https://psychcentral.com/news" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">https://psychcentral.com/news</span></a><span style="font-weight: 400;"> Acesso em 28/09/2020.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pandemia ligada ao aumento da depressão e ansiedade em novas mães</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/pandemia-ligada-ao-aumento-da-depressao-e-ansiedade-em-novas-maes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 12:02:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas e Conselhos]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos de uma pandemia moderna]]></category>
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					<description><![CDATA[As mulheres grávidas ou em pós-parto já estão em alto risco de depressão e ansiedade. De facto, uma em cada sete mulheres luta contra os...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">As mulheres grávidas ou em pós-parto já estão em alto risco de depressão e ansiedade. De facto, uma em cada sete mulheres luta contra os sintomas antes e depois do parto, de acordo com pesquisas anteriores. Mas a pandemia de coronavírus poderá exacerbar essas lutas, de acordo com um estudo recente. Publicado na Frontiers </span><i><span style="font-weight: 400;">in Global Women´s Health</span></i><span style="font-weight: 400;">, o novo estudo descobriu que a probabilidade de depressão e ansiedade materna aumentou substancialmente durante a crise do COVID-19</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Efeitos da depressão e ansiedade durante a gravidez e no período pós-parto </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;As medidas de isolamento social e físico que são criticamente necessárias para reduzir a propagação do vírus estão a afetar a saúde física e mental de muitos de nós&#8221;, disse Margie Davenport, da Universidade de Alberta, no Canadá, autora do estudo. Para as novas mães, esse </span><i><span style="font-weight: 400;">stress</span></i><span style="font-weight: 400;"> tem efeitos colaterais: &#8220;Sabemos que experimentar depressão e ansiedade durante a gravidez e no período pós-parto pode ter efeitos prejudiciais à saúde mental e física da mãe e do bebé, que podem persistir por anos&#8221;, explica. Esses efeitos podem incluir parto prematuro, redução da ligação mãe-bebé e atrasos no desenvolvimento de bebés, explicou ela.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>O que diz o estudo </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o novo estudo, os pesquisadores pesquisaram 900 mulheres, incluindo 520 grávidas e 380 que deram à luz no ano passado. A equipa de pesquisadores perguntou sobre os sintomas de depressão e ansiedade das mulheres antes e durante a pandemia do COVID-19. Antes do início da pandemia, 29% das mulheres apresentaram sintomas de ansiedade moderada a alta, enquanto 15% apresentaram sintomas depressivos, de acordo com os resultados do estudo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a pandemia, esses números aumentaram substancialmente &#8211; 72% experimentaram ansiedade e 41% experimentaram depressão, relataram os pesquisadores.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Mudanças de rotinas devido aos confinamento </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como as medidas de confinamento afetaram as rotinas diárias e o acesso aos ginásios, os pesquisadores também perguntaram às mulheres se os seus hábitos de exercício haviam mudado. Das mulheres pesquisadas, 64% reduziram sua atividade física desde o início da pandemia, enquanto 15% aumentaram sua atividade física. Os 21% restantes não sofreram alterações, segundo o estudo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O exercício é uma maneira conhecida de aliviar os sintomas da depressão; portanto, atividades físicas limitadas podem resultar em um aumento nos sintomas depressivos, observaram os pesquisadores. De fato, o estudo constatou que mulheres que praticavam pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana tinham sintomas significativamente mais baixos de depressão e ansiedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As descobertas são um tanto limitadas, considerando o fato de que os pesquisadores não podiam pesquisar mulheres antes do início da pandemia, pois não sabiam que uma pandemia ocorreria. Isso significava que as mulheres pesquisadas só podiam oferecer os seus sintomas pré-pandêmicos em retrospectiva.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Conclusão: é essencial </b><b>aumentar a conscientização sobre as impacto do isolamento social e físico na saúde mental de mulheres grávidas e em pós-parto</b></h3>
<p><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Além disso, enquanto os pesquisadores perguntaram às mulheres sobre os seus sintomas usando medidas validadas, apenas os profissionais de saúde mental podem diagnosticar validamente um indivíduo com depressão ou ansiedade, observam eles. O estudo estava especificamente interessado no impacto do COVID-19 nas novas mães, mas Davenport disse que a saúde mental materna é uma questão crítica, não importa o tempo. “Mesmo quando não estamos em uma pandemia global, muitas mulheres grávidas e pós-parto frequentemente se sentem isoladas, seja por serem hospitalizadas, por não terem familiares ou amigos por perto, ou por outros motivos”, disse ela. ”É essencial aumentar a conscientização sobre as impacto do isolamento social e físico na saúde mental de mulheres grávidas e pós-parto. ” O aumento da conscientização torna o diagnóstico e o tratamento eficazes &#8211; o objetivo final &#8211; mais provável, ela concluiu.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Bibliografia:</b><b><br />
</b><b>Wood, J.</b><span style="font-weight: 400;"> Pandemic linked to rise in Depression and anxiety in new moms. </span><b>PshyCentral, </b><span style="font-weight: 400;">2020. Disponível em </span><a href="https://psychcentral.com/news" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">https://psychcentral.com/news</span></a><span style="font-weight: 400;"> Acesso em 30/06/2020.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>6 fatores consequentes do COVID-19 que influenciam a saúde mental das crianças</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/6-fatores-consequentes-covid-19-influenciam-saude-mental-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 14:23:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos de uma pandemia moderna]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Embora crianças e jovens pareçam raramente ser vítimas de COVID-19 grave, devemos antecipar que eles experimentarão efeitos substanciais indiretos na saúde física, social e mental...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Embora crianças e jovens pareçam raramente ser vítimas de COVID-19 grave, devemos antecipar que eles experimentarão efeitos substanciais indiretos na saúde física, social e mental relacionados à redução do acesso a cuidados de saúde e medidas gerais de controlo de pandemia&#8221;, disse o Dr. Neil Chanchlani, da Universidade de Exeter (os resultados são publicados no CMAJ (Canadian Medical Association Journal).</span></p>
<p><span id="more-18802"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No artigo, os autores descrevem uma série de potenciais efeitos adversos e fatores contribuintes, bem como estratégias de intervenção para prestadores de cuidados de saúde e sistemas de saúde. Entre eles:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; atrasos na procura de cuidados para doenças não relacionadas ao COVID-19, que podem levar a doenças graves e até a morte;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; atrasos ou omissões generalizados de vacinas de rotina na infância, que podem ameaçar a imunidade;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; detecção perdida de marcos de desenvolvimento atrasados, que geralmente são identificados durante as verificações de saúde infantil de rotina.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Atrasos no atendimento de crianças e jovens podem ser devidos a medos dos pais de exposição ao COVID-19 em hospitais ou transporte público, falta de assistência infantil a outras crianças, falta de acesso à atenção primária devido a encerramentos ou alterações nos políticas de visitação hospitalar ”, disse o Dr. Peter Gill, Hospital para Crianças Doentes (SickKids), Toronto, Canadá. No entanto, o contato social reduzido devido a restrições de viagens e quarentena pode reduzir a transmissão de outras doenças comumente adquiridas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Fatores que afetam a saúde social e mental incluem:</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">1) as famílias que vivem em moradias inadequadas ou lotadas podem sofrer stress ou conflito, o que pode afetar a saúde mental e física das crianças. Refugiados, algumas comunidades indígenas e famílias de baixa renda que vivem com dificuldades financeiras e insegurança alimentar são particularmente vulneráveis;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2) restrições e cancelamentos de visitas ao bem-estar infantil a famílias em risco podem reduzir as visitas de pais biológicos e filhos a um orfanato, levando a danos;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3) isolamento forçado e incerteza económica podem levar ao aumento da violência familiar, contribuindo para traumas mentais e físicos;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">4) cancelamentos escolares podem aumentar a insegurança alimentar para crianças que dependem de programas de refeições e aumentar a vulnerabilidade com a perda da escola como local seguro;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">5) interação social perdida e falta de rotinas estruturadas podem levar ao aumento do tempo nos ecrãs, diminuição da atividade física, falta de concentração, ansiedade e depressão precoce;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">6) reduções no apoio a crianças com necessidades adicionais de assistência médica, como aquelas com atrasos no desenvolvimento, podem levar a atrasos no diagnóstico e suporte.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">“Precisamos entender melhor o que entra nas decisões que as famílias tomam em relação às complexas necessidades de seus filhos durante esta pandemia e como podemos melhor atendê-los ”, disse Francine Buchanan, co-autora e coordenadora de pacientes e pesquisadores de pesquisa da SickKids. &#8220;Considerações práticas e pessoais precisam ser levadas em consideração.&#8221; Os autores sugerem várias estratégias de mitigação, incluindo: comunicação clara de que os serviços de saúde estão abertos para crianças e jovens, se necessário; formas alternativas de os programas hospitalares oferecerem serviços vitais, como locais diferentes ou online; coleta de dados adequada para avaliar a prontidão para retornar à escola, como crianças e jovens contraem e disseminam o COVID-19, e uso e admissão hospitalar. Devemos medir proativamente os efeitos indiretos da pandemia de COVID-19 na saúde das nossas crianças e jovens e tomar medidas para mitigar os danos colaterais&#8221;, disseram os autores.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Bibliografia:</b><b><br />
</b><b>Pedersen, T.</b><span style="font-weight: 400;"> COVID-19 may indirectly imperil Kids,mental, ohysical Health. </span><b>PshyCentral, </b><span style="font-weight: 400;">2020. Disponível em </span><a href="https://psychcentral.com/news" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">https://psychcentral.com/news</span></a><span style="font-weight: 400;"> Acesso em 30/06/2020.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crianças socialmente isoladas devido ao COVID-19 podem estar em maior risco de Depressão</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/criancas-isoladas-covid-19-risco-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 14:26:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos de uma pandemia moderna]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo realizado no Reino Unido noticia que crianças solitárias e socialmente isoladas podem estar a experimentar altas taxas de depressão e ansiedade mesmo algum...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Um estudo realizado no Reino Unido noticia que crianças solitárias e socialmente isoladas podem estar a experimentar </span><b>altas taxas de depressão e ansiedade</b><span style="font-weight: 400;"> mesmo algum tempo após o atual desconfinamento. O estudo alerta para o facto dos médicos e outros especialistas de saúde terem de se preparar para os pedidos de auxílio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Dr.ª Maria Loades, psicóloga clínica do Departamento de Psicologia da Universidade de Bath que liderou este estudo explica: “A partir da nossa análise, fica claro que existem fortes </span><b>associações entre solidão e depressão em jovens</b><span style="font-weight: 400;">, tanto no imediato quanto a longo prazo. Sabemos que esse efeito às vezes pode ser retardado, o que significa que pode </span><b>levar até 10 anos</b><span style="font-weight: 400;"> para realmente entender a escala do </span><b>impacto que o COVID-19 criou na saúde mental</b><span style="font-weight: 400;"> ”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A equipa fez uma revisão de mais de 60 estudos pré-existentes sobre as temáticas do isolamento, solidão e saúde mental em jovens dos 4 aos 21 anos de idade. Os resultados mostram que os jovens solitários podem ter até três vezes mais hipóteses de desenvolver depressão no futuro e que o impacto na saúde mental possa durar pelo menos 9 anos. Há também evidências de que a </span><b>duração da solidão </b><span style="font-weight: 400;">pode ser mais importante do que a </span><b>intensidade da solidão</b><span style="font-weight: 400;">, quando se trata do</span><b> risco de depressão futura em jovens</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os autores afirmam que os resultados deste estudo deve servir de alerta para as medidas políticas futuras no que diz respeito ao aumento da procura por parte de jovens e adultos, de serviços de saúde mental. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A autora sublinha a importância de regresso à normalidade, uma vez que “há evidências que é a</span><b> duração da solidão</b><span style="font-weight: 400;"> em oposição à intensidade que </span><b>parece ter o maior impacto nas taxas de depressão entre os jovens</b><span style="font-weight: 400;">. Isso significa que retornar a algum grau de normalidade o mais rápido possível é obviamente importante. No entanto, como esse processo é gerido é importante quando se trata de </span><b>moldar os sentimentos e as experiências dos jovens sobre esse período</b><span style="font-weight: 400;">”. Acrescenta como estratégia “</span><b>priorizar a importância do brinca</b><span style="font-weight: 400;">r, ajudando-os a se </span><b>reconectar com os amigos</b><span style="font-weight: 400;"> e a se adaptar após esse intenso período de isolamento”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deste estudo realçam-se as seguintes indicações propostas ao Secretário de Educação do Reino Unido, Gavin Williamson MP, como </span><b>foco no apoio ao bem-estar social e emocional das crianças durante e após o desconfinamento:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O alívio das restrições de confinamento ser feito de maneira a proporcionar a todas as crianças tempo e oportunidade de brincar com os colegas, dentro e fora da escola, e mesmo enquanto as medidas de distanciamento social permanecerem em vigor;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">As escolas devem ter recursos adequados e receber orientações claras sobre como apoiar o bem-estar emocional das crianças durante o período de transição, à medida que as escolas reabre, e que as brincadeiras (e não o progresso académico) devem ser a prioridade durante esse período;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Os benefícios sociais e emocionais do brincar e da interação com os colegas devem ser claramente comunicados, juntamente com orientações sobre riscos objetivos para as crianças. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Os autores concluem com “</span><b>a falta de saúde emocional </b><span style="font-weight: 400;">em crianças leva a </span><b>problemas de saúde mental a longo prazo, </b><span style="font-weight: 400;">menor nível educacional e </span><b>tem uma carga económica considerável</b><span style="font-weight: 400;">”.</span></p>
<p><b>Bibliografia:</b><b><br />
</b><b>Pederson, T. </b><span style="font-weight: 400;">Socially Isolated Kids in COVID-19 Lockdown May Be at Greater Risk for Depression. </span><b>PshyCentral, </b><span style="font-weight: 400;">2020. Disponível em </span><a href="https://psychcentral.com/news" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">https://psychcentral.com/news</span></a><span style="font-weight: 400;"> Acesso em 2/06/2020.</span></p>
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		<title>O que se passa no meu cérebro quando estou numa situação de stress motivado por isolamento social?</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/o-que-se-passa-no-meu-cerebro-quando-estou-numa-situacao-de-stress-motivado-por-isolamento-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2020 12:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas e Conselhos]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos de uma pandemia moderna]]></category>
		<category><![CDATA[isolamento social]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
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					<description><![CDATA[Haverá melhor fase para falar de emoções do que a estamos atualmente a viver? Nas sociedades ocidentais, as emoções tendem a ser vistas como um...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="b b-text cf">
<div class="b-c b-text-c b-s b-s-t60 b-s-b60 cf">
<p class="wnd-align-justify">Haverá melhor fase para falar de emoções do que a estamos atualmente a viver? Nas sociedades ocidentais, as emoções tendem a ser vistas como um problema. Os homens são conhecidos por serem fortes e não chorarem e as mulheres sentirem &#8220;demais&#8221;. De acordo com o neurocientista António Damásio (2003), as emoções e os sentimentos são os pilares do nosso funcionamento mental e do nosso agir pelo que, sem estas é impossível tomarmos decisões. Por esse motivo, é importante perceber como estas funcionam para não nos deixarmos levar por alarmismos e ter comportamentos desadequados.</p>
<h2 class="wnd-align-justify">O que são emoções?</h2>
<p class="wnd-align-justify">De acordo com Damásio (2003) as emoções são conjuntos complexos de <strong>respostas químicas e neurais</strong>, que formam um padrão, cuja a finalidade é manter o organismo em posição de sobrevivência e bem-estar e, para isso, desempenha um papel regulador. As emoções podem ser consideradas uma bússula interna que nos guiam para o sentido de um maior bem-estar. <strong>Não há emoções &#8220;boas&#8221; e &#8220;más&#8221;, todas são necessárias para uma correta adaptação do Ser humano ao meio envolvente</strong>.</p>
<h2 class="wnd-align-justify">Emoção por detrás do <em>Stress</em>: o medo!</h2>
<p class="wnd-align-justify">Boa notícias: as emoções não advêm do exterior! O bem-estar como fenómeno neuroquímico depende, entre outras coisas, de <strong>neurostransmissores e hormonas</strong>. Passo a explicar, se o bem-estar depende da produção de uma molécula, significa que a minha forma de estar (comportamento e atitude) tem influência na produção dessa molécula. É mais fácil partirmos para a vitimização e culparmos a situação que está atualmente a decorrer a nível mundial, mas a partir do momento que compreendemos que <strong>somos nós os realizadores das nossas vidas</strong> e que somos nós que damos significado aos acontecimentos, percebemos que a responsabilidade pelas nossas emoções é inteiramente nossa. A partir daqui temos dois caminhos:</p>
<p class="wnd-align-justify">1) Identificar o medo como normal nesta situação. <strong>O medo tem como função a proteção </strong>pelo que, serve para tomarmos as medidas necessárias para estarmos ao abrigo e aceitar aos poucos a situação. Isto irá fazer com que as sensações desagradáveis do medo diminuam (e.g. batimentos cardíacos elevados, suores, pensamento rápido e negativo, baixa resistência física, entre outros);</p>
<p class="wnd-align-justify">2) Utilizar a lamentação e vitimização perante a situação e gerar mais medo que se manifesta em sensações desgradáveis, bem como comportamentos de risco em relação a si e aos outros.</p>
<h2 class="wnd-align-justify">Estratégias para a adaptação à atual situação</h2>
<p class="wnd-align-justify">Perante situações de mudança rápidas é exigido um reajuste do estilo de vida e modo de atuação. É importante identificar a fase do processo em se encontra. O objetivo é ter mais consciência do que está a acontecer a nível emocional:</p>
</div>
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<div class="b-img-c cf"><img decoding="async" src="https://mochinhosdasabedoria.pt/_files/200000316-254bc254bf/IMG-20200319-WA0010.jpg" alt="" /><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-17835 size-large" src="https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2020/03/tabela-839x1024.jpg" alt="" width="839" height="1024" srcset="https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2020/03/tabela-839x1024.jpg 839w, https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2020/03/tabela-600x732.jpg 600w, https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2020/03/tabela-246x300.jpg 246w, https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2020/03/tabela-768x937.jpg 768w, https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2020/03/tabela.jpg 1080w" sizes="(max-width: 839px) 100vw, 839px" /></div>
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<div class="b-c b-text-c b-s b-s-t60 b-s-b60 cf">
<p><span class="wnd-font-size-90"><strong>Referências bibliográficas:</strong></span></p>
<p><span class="wnd-font-size-70">Damásio, A, (2003<em>). Ao encontro de Espinosa. As emoções sociais e a neurologia do sentir</em>. Lisboa: Europa-América.</span></p>
<p><span class="wnd-font-size-80">Palha, M. (2016). <em>Uma caixa de primeiros socorros das emoções</em>. Lisboa: Manuscritoeditora</span></p>
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