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	<title>crianças &#8211; Mochinhos da Sabedoria</title>
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		<title>Medo? Não ter, é que é estranho!</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/medo-nao-ter-e-que-e-estranho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2020 20:42:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[emoção do medo]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
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					<description><![CDATA[O medo é uma emoção básica que tem uma função adaptativa ao longo do desenvolvimento da da espécie humana. Isto é, ele existe para nos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O medo é uma emoção básica que tem uma função adaptativa ao longo do desenvolvimento da da espécie humana.</p>
<p>Isto é, ele existe para nos alertar e proteger de eventuais perigos, tendo assim, no fundo uma função protetora. É uma resposta natural a um estímulo físico ou imaginado que pode estar a colocar o bem-estar ou a segurança da criança em perigo. No entanto, é importante distinguirmos o medo adaptativo do medo desadaptativo. O primeiro tem como objetivo proteger as crianças, sendo exemplo disso, o medo das alturas, de estranhos, de atravessar a estrada, entre outros.</p>
<p>Já os medos desadaptativos são aqueles que são baseados em avaliações imprecisas e incoerentes de estímulos e situações específicas, que prejudicam o funcionamento da criança no contexto escolar, social e familiar. Sendo importante avaliar a influência do mesmo na interação da criança com o meio ambiente. Refira-se ainda, que os medos funcionam como tarefas desenvolvimentais, tendo estes como objetivo colocar a criança diante de uma situação específica para esta posteriormente ultrapassar e assim, promover a sua autonomia e desenvolvimento emocional. Sendo assim importante que a criança enfrente os seus medos (Baptista, 2000).</p>
<h3>Medos desenvolvimentais (mais comuns) dos 2 aos 6 anos, transversais a várias culturas e civilizações:</h3>
<p>&#8211; Medo do escuro; animais em geral; ficar sozinho; seres imaginários: monstros, fantasmas, entre outros; pessoas mascaradas (carnaval, pai natal,…); perda/separação prolongada dos pais; dos “maus”, ladrões.</p>
<h3>Medos desenvolvimentais (mais comuns) dos 6 aos 11 anos:</h3>
<p>&#8211; Acontecimentos sobrenaturais; feridas; sofrimento físico; morte; aspetos escolares. De modo a que a criança não se deixe dominar pelo medo é importante criar oportunidades para que ela desenvolva as competências necessárias para enfrentar e dominar as situações temidas.</p>
<p>Bibliografia:<br />
Costa, S. (2018), Cubo do Medo in Costa, S (org.). Kit Missão Emoção I, Lisboa:<br />
Mochinhos da Sabedoria Edição, p. 30-31.</p>
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		<item>
		<title>A importância dos Jogos Lúdicos na estimulação das competências emocionais nas crianças</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/a-importancia-dos-jogos-ludicos-na-estimulacao-das-competencias-emocionais-nas-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2020 18:57:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[calma]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
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					<description><![CDATA[As nossas crianças e jovens vivem num mundo em que o outro é um qualquer “ecran”. O outro, que era o “meu” espelho no qual...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As nossas crianças e jovens vivem num mundo em que o outro é um qualquer “ecran”. O outro, que era o “meu” espelho no qual “eu” me olhava e me servia para construir o meu “eu” é agora algo que não está presente junto de mim, são imagens fugazes que passam à velocidade que o meu dedo consegue deslizar e que eu rapidamente esqueço porque já passaram&#8230;</p>
<p>Diana Prata, uma investigadora portuguesa deu recentemente uma entrevista que afirma que “É mais fácil fazer bullying ou comentários desfavoráveis sentado atrás de um computador sem ver a reação facial da outra pessoa, assim é mais fácil ser mau (&#8230;), e (&#8230;) se desde crianças não nos habituamos a ver o resultado das nossas ações no outro, se não desenvolvemos o sistema da empatia, perdemo-lo (&#8230;).</p>
<p>Atualmente a emoção e a gestão das emoções acabam por se perder ou camuflar tendo em conta a amputação ou limitação comunicacional que as novas tecnologias trouxeram. Hoje, a Escola, a Família, a Sociedade enfrenta, desafios muito grandes na educação das nossas crianças e jovens, temos que os preparar para um futuro cada vez mais imprevísivel que exige uma panóplia de competências, que nós próprios não sabemos muito bem quais são. (Porém temos a certeza) Um certeza temos, num Mundo global que nos coloca uns com os outros em sistemas de relações complexas, que nos exige a compreensão de todas as diferenças, a sua aceitação, diálogos diferenciados e integrados e para que tudo isso se processe num ambiente de não-violência temos que ser capazes de “ler” as emoções em nós e nos outros. É um novo “saber”, é um novo empoderamento, é uma “nova” literacia, a Literacia Emocional.</p>
<p>A Sandra, teve a perceção desta necessidade de uma forma muito perspicaz ao desenvolver todo o seu trabalho de Literacia Emocional com as crianças mais pequenas. A sua primeira publicação centrada no desenvolvimento da Atenção, seguido do <a href="https://www.mochinhosdasabedoria.pt/produto/kit-missao-emocao-ii/">Kit das emoções com o Pote da Calma</a>, vem agora, não só aumentar a idade da inervenção, como também aumentar o número de emoções a desenvolver. Além das seis emoções básicas, acrescenta a Esperança e o Amor.</p>
<p>Assim, conforme estas crianças e jovens forem crescendo e aprendendo com a Sandra a “ler” as emoções vão aumentar a sua competência emocional e de empatia tornando o ambiente que os rodeia a génese de um Mundo Melhor!</p>
<p>Bibliografia:<br />
Campos, S. (2019), Prefácio in Costa, S (org.). A Maria dos Mochinhos na<br />
aventura das emoções, Lisboa: Chiado editora, p. 9-10.</p>
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		<title>Kit individual das emoções: 10 técnicas para acalmar as crianças</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/10-tecnicas-para-acalmar-as-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 20:51:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas e Conselhos]]></category>
		<category><![CDATA[acalmar crianças]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[kit emocional]]></category>
		<category><![CDATA[quarentena]]></category>
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					<description><![CDATA[Em época de quarentena, continuam a ser importantes dicas para uma melhor gestão emocional dos mais pequenos. As 10 técnicas que se seguem poderão ser...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em época de quarentena, continuam a ser importantes dicas para uma melhor gestão emocional dos mais pequenos. As 10 técnicas que se seguem poderão ser aplicadas e incluídas nas vossas rotinas diárias.</p>
<h2>1. Experimente uma postura invertida.</h2>
<p>Durante séculos, os Yogis entenderam o poder calmante de trazer a cabeça abaixo do nível do coração, também conhecido como inversão. Seja curvando-se para tocar os dedos dos pés ou praticando com o suporte de cabeça, inverter o corpo tem um efeito restaurador no sistema nervoso autónomo, que controla a resposta do corpo ao stress.</p>
<h2>2. Visualize um lugar calmo.</h2>
<p>As pesquisas científicas mostram que a visualização é uma técnica benéfica para reduzir os níveis de stress em várias populações. Peça ao seu filho que feche os olhos e imagine um lugar calmo e pacífico. Em seguida, gentilmente guie-o, lentamente, no sentido de começar a construir uma imagem de como esse lugar se parece, suas características, cheiros e como se sente ao estar lá.</p>
<h2>3. Beber água.</h2>
<p>A desidratação tem sido associada a uma redução no desempenho mental. Desafie o seu filho a beber uma garrafa de água de 1 litro e meio diariamente e observe o efeito calmante que isso tem no seu sistema nervoso.</p>
<h2>4. Cantar alto.</h2>
<p>Qualquer um de nós conhece a doce sensação de ser embalado pela sua música favorita. Mas o próprio ato físico de cantar alto, mesmo que esteja fora do tom, demonstrou ser libertador de endorfinas, o químico que no cérebro nos faz. Então, CANTEM!</p>
<h2>5. Faça a pose.</h2>
<p>Assim como as inversões, também esta pose ajuda a redefinir o sistema nervoso autónomo, a pose de yoga conhecida como Downward Facing Dog. Esta em particular tem o benefício adicional de ativar vários músculos nos braços, pernas e núcleo. Este alongamento ajuda os músculos a começar a queimar a glicemia adicional que é disponibilizada pelo mecanismo de luta ou fuga do corpo.</p>
<h2>6. Pintar.</h2>
<p>Não só a pintura dá ao cérebro algo para se concentrar (em vez do stressor), mas participar em artes visuais está associado a uma resiliência ao stress, em geral. Se a ideia de usar tintas lhe provoca stress, peça ao seu filho que tente; com creme de barbear, numa cortina de chuveiro de plástico no quintal (por exemplo).</p>
<h2>7. Salte à corda.</h2>
<p>Defina um temporizador por 2 minutos, coloque alguma música e desafie o seu filho a saltar à corda em sintonia com a batida da música. Se o seu filho não for capaz de saltar à corda, jogar à macaca é uma ótima alternativa.</p>
<h2>8. Saltar alto.</h2>
<p>Desafie o seu filho/aluno a um concurso de saltos para ver quem pode saltar mais alto, mais longe, mais rápido ou mais lento. Esta é outra ótima maneira de fazer algum exercício para ajudar o seu filho a pausar.</p>
<h2>9. Rebentar bolas de sabão.</h2>
<p>Assim como soprar num moinho de vento, soprar bolas de sabão pode ajudar o seu filho a ganhar controlo da sua respiração e, por conseguinte, o seu estado mental. Bónus: correr em torno de bolas de sabão é tão divertido quanto soprar.</p>
<h2>10. Tomar um banho quente.</h2>
<p>Depois de um longo dia de trabalho, não há nada mais relaxante do que um banho de água quente com as luzes apagadas e sem interrupções. O mesmo vale para as crianças. Use o tempo do banho como uma oportunidade de ajudar o seu pequeno a relaxar das atividades do dia. Introduza alguns brinquedos de banho simples e permita que seu filho relaxe durante o tempo que ele precisar.</p>
<p>Bibliografia:<br />
Retirado de “50 técnicas de calma para tentar com crianças” (S/D). Tradução e Adaptação de<br />
Renee Jain, MAPP pelo SPO do AEPSI</p>
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