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	<title>stress &#8211; Mochinhos da Sabedoria</title>
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		<title>O que se passa no meu cérebro quando estou numa situação de stress motivado por isolamento social?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2020 12:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas e Conselhos]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos de uma pandemia moderna]]></category>
		<category><![CDATA[isolamento social]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
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					<description><![CDATA[Haverá melhor fase para falar de emoções do que a estamos atualmente a viver? Nas sociedades ocidentais, as emoções tendem a ser vistas como um...]]></description>
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<p class="wnd-align-justify">Haverá melhor fase para falar de emoções do que a estamos atualmente a viver? Nas sociedades ocidentais, as emoções tendem a ser vistas como um problema. Os homens são conhecidos por serem fortes e não chorarem e as mulheres sentirem &#8220;demais&#8221;. De acordo com o neurocientista António Damásio (2003), as emoções e os sentimentos são os pilares do nosso funcionamento mental e do nosso agir pelo que, sem estas é impossível tomarmos decisões. Por esse motivo, é importante perceber como estas funcionam para não nos deixarmos levar por alarmismos e ter comportamentos desadequados.</p>
<h2 class="wnd-align-justify">O que são emoções?</h2>
<p class="wnd-align-justify">De acordo com Damásio (2003) as emoções são conjuntos complexos de <strong>respostas químicas e neurais</strong>, que formam um padrão, cuja a finalidade é manter o organismo em posição de sobrevivência e bem-estar e, para isso, desempenha um papel regulador. As emoções podem ser consideradas uma bússula interna que nos guiam para o sentido de um maior bem-estar. <strong>Não há emoções &#8220;boas&#8221; e &#8220;más&#8221;, todas são necessárias para uma correta adaptação do Ser humano ao meio envolvente</strong>.</p>
<h2 class="wnd-align-justify">Emoção por detrás do <em>Stress</em>: o medo!</h2>
<p class="wnd-align-justify">Boa notícias: as emoções não advêm do exterior! O bem-estar como fenómeno neuroquímico depende, entre outras coisas, de <strong>neurostransmissores e hormonas</strong>. Passo a explicar, se o bem-estar depende da produção de uma molécula, significa que a minha forma de estar (comportamento e atitude) tem influência na produção dessa molécula. É mais fácil partirmos para a vitimização e culparmos a situação que está atualmente a decorrer a nível mundial, mas a partir do momento que compreendemos que <strong>somos nós os realizadores das nossas vidas</strong> e que somos nós que damos significado aos acontecimentos, percebemos que a responsabilidade pelas nossas emoções é inteiramente nossa. A partir daqui temos dois caminhos:</p>
<p class="wnd-align-justify">1) Identificar o medo como normal nesta situação. <strong>O medo tem como função a proteção </strong>pelo que, serve para tomarmos as medidas necessárias para estarmos ao abrigo e aceitar aos poucos a situação. Isto irá fazer com que as sensações desagradáveis do medo diminuam (e.g. batimentos cardíacos elevados, suores, pensamento rápido e negativo, baixa resistência física, entre outros);</p>
<p class="wnd-align-justify">2) Utilizar a lamentação e vitimização perante a situação e gerar mais medo que se manifesta em sensações desgradáveis, bem como comportamentos de risco em relação a si e aos outros.</p>
<h2 class="wnd-align-justify">Estratégias para a adaptação à atual situação</h2>
<p class="wnd-align-justify">Perante situações de mudança rápidas é exigido um reajuste do estilo de vida e modo de atuação. É importante identificar a fase do processo em se encontra. O objetivo é ter mais consciência do que está a acontecer a nível emocional:</p>
</div>
</div>
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<div class="b-img-c cf"><img decoding="async" src="https://mochinhosdasabedoria.pt/_files/200000316-254bc254bf/IMG-20200319-WA0010.jpg" alt="" /><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-17835 size-large" src="https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2020/03/tabela-839x1024.jpg" alt="" width="839" height="1024" srcset="https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2020/03/tabela-839x1024.jpg 839w, https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2020/03/tabela-600x732.jpg 600w, https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2020/03/tabela-246x300.jpg 246w, https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2020/03/tabela-768x937.jpg 768w, https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2020/03/tabela.jpg 1080w" sizes="(max-width: 839px) 100vw, 839px" /></div>
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<div class="b-c b-text-c b-s b-s-t60 b-s-b60 cf">
<p><span class="wnd-font-size-90"><strong>Referências bibliográficas:</strong></span></p>
<p><span class="wnd-font-size-70">Damásio, A, (2003<em>). Ao encontro de Espinosa. As emoções sociais e a neurologia do sentir</em>. Lisboa: Europa-América.</span></p>
<p><span class="wnd-font-size-80">Palha, M. (2016). <em>Uma caixa de primeiros socorros das emoções</em>. Lisboa: Manuscritoeditora</span></p>
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