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	<title>Aprendizagem socioemocional &#8211; Mochinhos da Sabedoria</title>
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	<title>Aprendizagem socioemocional &#8211; Mochinhos da Sabedoria</title>
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		<title>Quando a tua criança aprende a gerir as emoções?</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/quando-a-tua-crianca-aprende-a-gerir-as-emocoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Nov 2022 12:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem socioemocional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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<p>&nbsp;</p>
<p>A gestão das emoções é uma tarefa desenvolvimental que se apura com o tempo. Tal como acontece com outras, há diferenças individuais na aquisição do sistema de regulação emocional.</p>
<p>O QUE CONDICIONA ESSA APRENDIZAGEM</p>
<p>Há 3 processos que condicionam o desenvolvimento da capacidade para regular as emoções:<br />
1) <em>A maturação neurológica</em>: O sistema nervoso da criança é a base para o controlo das reações emotivas. Se tivermos isso em consideração, é importante ter em conta que alguns autores defendem que a qualidade dos afetos recebidos (e.g. sinais sociais, tais como expressões faciais, toque, validação) tem um impacto crucial no desenvolvimento do cérebro, especialmente na maturação dos sistemas de regulação emocional (Cozolino, 2007; Gerhardt, 2004; Panksepp, 1998; Schore, 2001, 2004). Aqui entra o papel importante das figuras de vinculação no desenvolvimento da capacidade para gerir as emoções analisado com mais detalhe no ponto três.</p>
<p>2) <em>O temperamento e a fase de desenvolvimento</em>: um temperamento mais difícil pode tornar uma criança mais vulnerável à desregulação emocional. A fase de desenvolvimento em que a mesma se encontra indica maior ou menor facilidade em gerir emoções.</p>
<p>3) <em>Os estilos parentais de socialização das emoções</em>: Como as figuras de vinculação e a família falam sobre os sentimentos irá ter consequências na forma como as crianças expressam o que sentem e gerem as suas emoções. Vários autores (Eisenberg, Cumberland &amp; Spinrad, 1998; Eisenberg et al. 2001) defendem que a socialização parental das emoções é um processo complexo, através do qual, as crianças aprendem a experienciar, expressar, compreender e a regular as suas emoções. Há competências de regulação emocional que podem ser promovidas e parcialmente aprendidas, através dos pais.</p>
<p>ESTILOS PARENTAIS DA SOCIALIZAÇÃO DAS EMOÇÕES<br />
(Gottmanm 1997; Gottman, Katz, Hooven 1996, 1997)</p>
<p>1) <em>INDIFERENTE:</em> Acreditam que as emoções são desnecessárias e desvalorizam-as quando a criança as expressa. Utilizam estratégias de distração, de desvalorização ou de negação das emoções. Usam expressões como &#8220;isso passa!&#8221; ou &#8220;qual é o motivo de estares assim?&#8221;.</p>
<p>2) <em>DESAPROVADOR</em>: São da crença que a expressão das emoções são uma tentativa dos filhos para chamar a atenção. Criticam, ajuízam e reprovam as emoções negativas da criança e a sua expressão. Usam comentários como &#8220;estás a fingir&#8221;, &#8220;estás a tentar manipular&#8221; ou &#8220;não és normal&#8221;.</p>
<p>3) <em>PERMISSIVO</em>: Adotam comportamentos de total aceitação e de não-interferência em relação à expressão das emoções dos filhos. Neste caso, não orientam a criança de forma estratégica para adotar outra ação para saber expressar as emoções corretamente.</p>
<p>4) <em>TREINADOR</em>: A visão das pessoas que adotam este estilo encaram as emoções negativas como oportunidades para criar uma ligação de proximidade com os seus filhos. Neste sentido, mostram tolerância e respeito aos estados emocionais e dão soluções para a gestão dos mesmos (colocam limites ao comportamento inapropriado).</p>
<p>Gostaste das dicas? Sabes que é importante <a href="https://www.mochinhosdasabedoria.pt/produto/masterclass-compreensao-emocional-intervencao-criancas/">aprenderes mais sobre as emoções</a> para poder ensinar a melhor gestão!</p>
<p>Principal Bibliografia<br />
Gottman, J.M., Katz, L.F. &amp; Hooven, C. (1997). Meta-emotion: How families communicate emotionally. Lawrence Eribaum Associates, Inc; Mahwah, NJ</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sabes gerir as tuas emoções?</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/sabe-gerir-as-suas-emocoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 17:26:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem socioemocional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Áudioartigo: &#160; Consideras-te um modelo de regulação emocional para a(s) criança(s) com as quais lidas? Como reages à frustração? Perdes a calma, amuas ou simplesmente...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Áudioartigo:</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-19920-2" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2022/10/artigo-_sabes-gerir-as-ruas-emocoes__-.mp3?_=2" /><a href="https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2022/10/artigo-_sabes-gerir-as-ruas-emocoes__-.mp3">https://www.mochinhosdasabedoria.pt/wp-content/uploads/2022/10/artigo-_sabes-gerir-as-ruas-emocoes__-.mp3</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<p>Consideras-te um modelo de regulação emocional para a(s) criança(s) com as quais lidas? Como reages à frustração? Perdes a calma, amuas ou simplesmente retiras-te? Quem te observa, em e</p>
<p>special os mais novos, vão provavelmente imitar-te. Então o que fazes quando te sentes avassalado por uma emoção?</p>
<p><strong>FALAR</strong><br />
Fala sobre o que sentes e como contas fazer a tua própria gestão emocional. Por exemplo, imagina que a tua criança está novamente atrasada para ir para a escola, em vez de perder a calma e gritar &#8220;despacha-te!&#8221;, diz mesmo o que sentes: &#8220;Começo a ficar frustrada por não conseguir que estejamos todos prontos a horas para sair de casa!&#8221;. A partir daqui, podes usar uma estratégia para resolver a tua emoção básica da raiva: &#8220;Para não deixar a minha raiva aumentar e gritar contigo, vou contar até 10 para estares no corredor e te calçares&#8221;.</p>
<p><strong>MOSTRAR À CRIANÇA O COMPORTAMENTO</strong><br />
É importante mostrares à criança o comportamento que gostarias que ela adotasse numa situação de igual frustração. Esta estratégia é igual para os professores e educadores em sala de aula! Quantos alunos comentam com os pais que &#8220;a professora enervou-se e começou a ralhar alto?&#8221;. Claro somos seres humanos e isso acontece. Então verbaliza-o quando isso se passa: &#8220;Devido à situação, fiquei frustrada e comecei a falar mais alto na sala de aula. A emoção que me dominou foi a <a href="https://www.mochinhosdasabedoria.pt/emocao-raiva/">raiva</a>, pelo que tenho de me acalmar&#8221;.</p>
<p><strong>SE QUEREMOS QUE AS CRIANÇAS APRENDAM</strong> A <a href="https://www.mochinhosdasabedoria.pt/produto/masterclass-compreensao-emocional-intervencao-criancas/">REGULAR AS SUAS EMOÇÕES</a>, é importante que elas vejam os próprios pais/educadores/outros profissionais de saúde a fazerem isso. Tens de lhes dar a oportunidade de observar como se faz.<br />
<strong><br />
O QUE É A GESTÃO EMOCIONAL</strong><br />
Gerir as emoções é a capacidade que uma pessoa tem em controlar as suas reações emocionais. As mesmas dão-se a três níveis:<br />
1. Neurofisiológico<br />
2. Cognitivo<br />
3. Comportamental</p>
<p>O aspeto neurofisiológico (neuronal e físico) é mais difícil porque é automático, mas o cognitivo (atenção que por vezes os pensamentos automáticos, surgem sem o nosso controlo prévio) e comportamental (o que faço), estão ao meu controlo! Tal como as outras tarefas desenvolvimentais, gerir emoções é um aspeto do desenvolvimento que não existe à nascença, isto é, necessita de ser aprendido. Inicialmente, a regulação emocional tem de ser facilitada pelo meio ambiente (é externo). Ou seja, é necessário ajuda exterior para reduzir a tensão interior.</p>
<p><strong>COM O TEMPO, TUDO MELHORA</strong><br />
À medida que a criança se desenvolve, nomeadamente quando atinge a idade escolar, assume mais responsabilidade pela forma como regula as emoções, mas ainda não se encontra com a maturidade suficiente na sua gestão, daí os pais e outros educadores, terem um papel muito importante.</p>
<p>Gostaste das dicas? Sabes que é importante <a href="https://www.mochinhosdasabedoria.pt/produto/masterclass-compreensao-emocional-intervencao-criancas/">aprenderes mais sobre as emoções</a> para poder ensinar a melhor gestão!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A aprendizagem socioemocional (ASE) no regresso às aulas 2021/2022</title>
		<link>https://www.mochinhosdasabedoria.pt/a-aprendizagem-socioemocional-ase-no-regresso-as-aulas-2021-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2021 14:44:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem socioemocional]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Promoção das competências socioemocionais em Portugal Em Portugal, a primeira referência à educação socioemocional publicada a nível internacional remonta a 2011, pela investigadora Luísa Faria....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><strong>Promoção das competências socioemocionais em Portugal</strong></h1>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body" style="text-align: left;"><span class="JsGRdQ">Em Portugal, a primeira referência à educação socioemocional publicada a nível internacional remonta a 2011, pela investigadora Luísa Faria. A autora fez referência às alterações sociais e políticas evidenciadas ao longo das últimas décadas, que possibilitaram a inclusão da educação pessoal e social em disciplinas curriculares (Raimundo, 2012).</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body" style="text-align: left;"><span class="JsGRdQ">Ao nível dos programas de promoção da Aprendizagem Socioemocional (ASE) ainda há um caminho longo a percorrer para a sua institucionalização nas escolas (Costa &amp; Faria, 2013). No entanto, responsáveis políticos têm demonstrado um interesse crescente por esta questão. Em 2016, a Direção-Geral de Educação (DGS) publicou um guia para a promoção de competências sociais e emocionais nas escolas, com o objetivo de ser um recurso pedagógico, para facilitar a implementação de projetos de promoção da saúde mental em estabelecimentos escolares, baseando-se em programas de promoção da ASE (de Carvalho et al., 2017).</span></p>
<h1 class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><strong>Aposta do Ministério da Educação &#8211; Programa Nacional de Promoção de Promoção do Sucesso Escolar </strong></h1>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="JsGRdQ">Em 2017, a DGS editou um documento com o objetivo de descrever as 10 competências-chave que os alunos devem ter no final da escolaridade obrigatória, das quais se detacam: relacionamento interpessoal, desenvolvimento pessoal e autonomia (Martins et al., 2017). Mais recentemente, a Direção-Geral da Educação (2020) tem procurado contribuir para a promoção da saúde mental através do Programa Nacional do Promoção do Sucesso Escolar. Para o ano letivo 2020/21 apresentou um edital de abertura de candidaturas à conceção de Planos de Desenvolvimento Pessoal, Social e Comunitário, no âmbito da promoção do sucesso e inclusão educativos a todas as Escolas do Continente. Destaca-se que das 668 candidaturas, “as competências pessoais e socioemocionais” foram a aposta, em termos de ação estratégica, mais escolhida nas escolas da região da área metropolitana de Lisboa, Algarve e Alentejo. Destacam-se também as candidaturas no âmbito da “meditação escolar e gestão de conflitos nas escolas” da região do Norte e do Centro. Verifica-se que 35% dos técnicos contratados no âmbito destes projetos são psicólogos, especialistas “em intervenções socioeducativas para promover o bem-estar social dos alunos e suas família, bem como intervir sobre os constragimentos que dificultam as aprendizagens, no sentido de os alunos melhorarem tanto a assiduidade quanto o envolvimento pessoal [&#8230;]” (PNPSE, 2020).</span></p>
<h1><strong>Importância da aprendizagem socioemocional em alunos do ensino obrigatório</strong></h1>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="JsGRdQ">As competências sociais detêm um papel importante no desenvolvimento humano, pois estão relacionadas com a forma <strong>como o sujeito se posiciona em relação aos outros e ao mundo, influenciando a esfera pessoal, académica, profissional e social</strong>. Por sua vez, a competência emocional desempenha um papel essencial no desenvolvimento da competência social (Zsolnai, 2015).</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="JsGRdQ">O termo Social and Emotional Learning (SEL), isto é Aprendizagem socioemocional (ASE), define as ASE como “processos através dos quais as crianças e os adultos adquirem e aplicam eficazmente o conhecimento, as atitudes e as competências necessárias para compreender e gerir emoções, para fixar e alcançar objetivos positivos, sentir e mostrar empatia em relação aos outros, estabelecer e manter relacionamentos positivos e tomar decisões responsáveis” (CASEL, 2012, p.4). <strong>A ASE tem como objetivo o desenvolvimento da autoconsciência, do autocontrolo, da consciência social, dos relacionamentos interpessoais e da tomada de decisão responsável nas crianças e jovens, assim como uma melhoria das atitudes e crenças em relação a si próprio e aos outros</strong>.</span></p>
<h1><strong>Referências Bibliográficas</strong></h1>
<p><span class="JsGRdQ">Collaborative for Academic, Social, and Emotional Learning (2012). Effective social and emotional learning programs: Preschool and elementary school edition. </span><a class="JsGRdQ" draggable="false" href="http://casel.org/guide/download-the-2013-guide/" target="_blank" rel="noopener">http://casel.org/guide/download-the-2013-guide/</a></p>
<p><span class="JsGRdQ">Costa, A., &amp; Faria, L. (2013). Aprendizagem social e emocional: reflexões sobre a teoria e a prática na escola portuguesa. Anál. Psicol. 31, 407–424. <a class="JsGRdQ" draggable="false" href="https://doi.org/10.14417/ap.701" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.14417/ap.701</a></span></p>
<p><span class="JsGRdQ">de Carvalho, J. S., Pinto, A. M., &amp; Marôco, J. (2017). Results of a mindfulnessbased social-emotional learning program on portuguese elementary students and teachers: a quasi-experimental study. Mindfulness. 8, 337–350. <a class="JsGRdQ" draggable="false" href="https://doi.org/10.1007/s12671-016-0603-z" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.1007/s12671-016-0603-z</a></span></p>
<p><span class="JsGRdQ">Direção-Geral de Saúde (2016). Manual para a Promoção de Competências Socioemocionais em meio escolar. Lisboa: Direção-Geral da Saúde.</span></p>
<p><span class="JsGRdQ">Direção-Geral de Educação (2020). Edital Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar. <a class="JsGRdQ" draggable="false" href="https://pnpse.min-educ.pt/pdpsc" target="_blank" rel="noopener">https://pnpse.min-educ.pt/pdpsc</a></span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="JsGRdQ">Martins, G., Gomes, C., Brocardo, J., Pedroso, J., Carrilho, J., Ucha, L., et al. (2017). Profile of Students at the End of Compulsory Schooling. </span><a class="JsGRdQ" draggable="false" href="http://dge.mec.pt/sites/default/files/Noticias_Imagens/perfil_do_aluno.pdf" target="_blank" rel="noopener">http://dge.mec.pt/sites/default/files/Noticias_Imagens/perfil_do_aluno.pdf</a></p>
<p><span class="JsGRdQ">Raimundo, R. (2012). &#8220;Devagar se vai ao longe&#8221;: avaliação da eficácia e da qualidade da implementação de um programa de promoção de competências sócioemocionais em crianças [Tese de Doutoramento, Universidade de Lisboa]. Repositório Institucional da Universidade de Lisboa. </span><a class="JsGRdQ" draggable="false" href="https://repositorio.ul.pt/handle/10451/8001" target="_blank" rel="noopener">https://repositorio.ul.pt/handle/10451/8001</a></p>
<p><span class="JsGRdQ">Zsolnai, A. (2015). Social and emotional competence. Hungarian Educational Research Journal, 5(1), 1-10 <a class="JsGRdQ" draggable="false" href="https://doi.org/10.14413/herj.2015.01.01" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.14413/herj.2015.01.01</a>.</span></p>
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